segunda-feira, 14 de abril de 2014

Graças as Instituições e Políticas Esquerdistas Pecaminosas: Violência sexual contra crianças em portos vai crescer durante a Copa

Graças as Instituições e Políticas Esquerdistas Pecaminosas: Violência sexual contra crianças em portos vai crescer durante a Copa 

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sábado, 12 de abril de 2014

Famílias boicotam escolas que ensinam a “ideologia de gênero” by Luis Dufaur

Famílias boicotam escolas que ensinam a “ideologia de gênero” by Luis Dufaur

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quinta-feira, 10 de abril de 2014

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

‘A Bíblia não aceita mudança de sexo’, diz estudioso

‘A Bíblia não aceita mudança de sexo’, diz estudioso

Imagem: DivulgaçãoDepois realizar uma operação de mudança de sexo para se tornar homem, uma professora e ex-reitora de teologia veio à tona com a afirmação de que a Bíblia defende aqueles que querem renunciar ao seu sexo, tese desaprovada por um estudioso bíblico especialista em homossexualidade.
Professor do Novo Testamento no Seminário Teológico de Pittsburgh, Robert A. J. Gagnon indica que é inaceitável considerar que a Bíblia aceite a mudança de corpo, pois a operação pode ser vista como uma grave profanação diante do que Deus criou.
“A Bíblia revela que todas as tentativas de trocar de sexo são abomináveis, um sacrilégio contra as estruturas de masculinidade ou feminilidade criadas por Deus, e enfim, uma rebelião contra o que o Criador concebeu para nossos corpos”, resume Gagnon, visto como um dos maiores especialistas sobre Bíblia e homossexualidade.
Por meio de um sermão, Heather Ann Clements, a ex-reitora de teologia operada, a tentou defender sua ideia de aceitação da transsexualidade pela Bíblia ao argumentar que a cirurgia lhe fez uma pessoa melhor, com maiores condições para seguir uma conduta correta de vida.
“Antes eu estava morrendo, pois eu não poderia viver desse jeito. Eu tentei se a melhor mulher cristã que eu poderia ser e hoje eu consigo ser o melhor que eu posso ser como homem cristão, além de ser a melhor pessoa que eu posso ser”, declarou a ex-reitora.
Heather passou a se chamar Heath Adam Ackley, e como transsexual constata que abraçou sua identidade como homem e alega que isso não mudou sua capacidade de amar a Deus e aos outros.
Ao prosseguir com suas convicções, Ackley destaca que há passagens nos livros de Genesis, Mateus e Gálatas que são tolerantes com a sua mudança de corpo.
Como exemplo, Heath Ackley afirma que em Gálatas 3:28, a Bíblia sugere que todos devem ser tratados de forma semelhante, independente de sua vida. “Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus”, relata a referida passagem bíblica.
Dentro das afirmações de Ackley, Gagnon enxerga a dedução como algo distorcido, pois as passagens não foram aplicadas diretamente para o pensamento da ex-reitora, e indica que não há como usar a Palavra de Deus como base para “eliminar a diferenciação sexual ou legitimar tentativas de mudança de sexo”.
Para Robert Gagnon, o ser humano não pode ferir um projeto concedido pelo Senhor com tanto apreço. O estudioso compreende que pode haver um conflito entre o cérebro e o seu sexo, mas tudo que ganha forma em uma dádiva tão grandiosa.
Deixe o seu comentário no Verdade Gospel.
Fonte: The Christian Post

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Os políticos de ideologias: social-democrata, socialista, petista, comunista, marxista, esquerdista e verdista, se uniram, para estabelecer a Nova lei inglesa que estabelece homens como “esposas” e mulheres como “maridos”.

Os políticos de ideologias: social-democrata, socialista, petista, comunista, marxista, esquerdista e verdista, se uniram, para estabelecer a Nova lei inglesa que estabelece homens como “esposas” e mulheres como “maridos”.

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sexta-feira, 5 de julho de 2013

ALERTA MUNDIAL E URGENTE: 1). Vídeo sobre graves riscos do sexo anal - 2). Consequências médicas da homossexualidade - 3). FOTOS FORTES de Enfermidade do Intestino Gay; Herpes e Edema Penil pela prática homossexual.




Vídeo sobre graves riscos do sexo anal é destaque na internet; assista

Imagem: reprodução de vídeo
Uma aula sobre os riscos inerentes à prática do sexo anal ganhou destaque nas mídias sociais. No vídeo, a doutora Anete Guimarães faz um alerta, à luz do estudo de anatomia humana, sobre os males causados à saúde através do sexo anal, prática que acomete (principalmente) os homossexuais.
A médica ressalta também que a verdade científica sobre o sexo anal confronta com as informações noticiosas, que de maneira tendenciosa, leiga e inconsequente, tentam abordar o tema como algo saudável e natural. Anete desmonta todos os argumentos daqueles que apoiam esta agressão fisiológica.
Apesar da longa duração para os padrões de internet (19 minutos), o vídeo se apropria de uma linguagem fácil e dinâmica. Vale a pena conferir!

Fonte via:
http://www.verdadegospel.com/video-sobre-graves-riscos-do-sexo-anal-e-destaque-na-internet-assista/


De Olavo de Carvalho
Uma vez provado que o sexo anal produz endocardite bacteriana, o que se tem de fazer imediatamente é entrar na Justiça com uma ação popular pedindo que o Ministério da Saúde ou qualquer outro órgão da administração pública seja proibido de promover ou estimular essa prática, direta ou indiretamente. So simple as that. Se uma ação é manifestamente prejudicial à saúde, nada mais se precisa ou se deve alegar contra ela para bloquear o incentivo estatal à sua prática, ou mesmo para criminalizá-lo. Menos hiperbolismos retóricos e mais ação.


Consequências médicas da homossexualidade



WASHINGTON DC, 13 Ago. 2009 (ACI).- Kathleen Melonakos é enfermeira profissional e autora de um livro de referência médica, Saunders Pocket Reference for Nurses. Trabalhou durante anos no hospital da faculdade de medicina na Universidade de Stanford na Califórnia (Estados Unidos) e publicou recentemente um revelador ensaio onde assinala como se veio ocultando, por razões ideológicas, as graves conseqüências para a saúde individual e pública das condutas homossexuais.

O artigo, publicado em espanhol pelo Comitê Independente Anti-AIDS revela o que ela observou no mundo da saúde 30 anos depois da controvertida decisão da Associação Psiquiátrica Americana (APA) de suprimir a homossexualidade como patologia, cedendo às pressões dos grupos militantes homossexuais.

"Trabalhei como enfermeira durante vários anos no Centro Médico Universitário de Stanford, onde pude ver algo do dano que os homossexuais fazem a seus corpos com algumas de suas práticas sexuais", diz o artigo.

"Estou segura, à luz de minha experiência clínica, e como conseqüência de ter feito consideráveis estudos sobre isso desde esse momento, que a homossexualidade nem é normal nem benigna; mais ainda, é um vício letal de conduta, tal como sublinha o Dr. Jeffrey Satinover em seu livro ‘Homossexualidade e a Política da Verdade’," escreve Kathleen Melonakos.

"A co-autora de meu próprio livro de referência médica, Saunders Pocket Reference for Nurses, era a chefe do departamento de cirurgia em Stanford. Estou segura, à luz de minha experiência clínica, e como conseqüência de ter feito consideráveis estudos sobre isso desde esse momento, que a homossexualidade nem é normal nem benigna; mais ainda, é um vício letal de conduta, tal como sublinha o Dr. Jeffrey Satinover em seu livro ‘Homossexualidade e a Política da Verdade’," escreve Kathleen Melonakos.

"Pelo que eu sei, não existe outro grupo de pessoas nos Estados Unidos que morra tanto de enfermidades infecciosas aos quarenta e tantos anos, que o dos que praticam a homossexualidade. Isto, para mim, é trágico quando sabemos que a homossexualidade pode ser prevenida em muitos casos, ou substancialmente sanada na idade adulta quando existe suficiente motivação e ajuda".

Segundo a perita, as enfermidades às que os homossexuais ativos são vulneráveis podem ser classificadas como segue: Enfermidades clássicas transmitidas sexualmente (por exemplo, sífilis); enfermidades entéricas (infecções da espécie Giardia lamblia, - ou ‘enfermidade do intestino gay’-, Hepatite A, B, C, D e citomegalovirus); trauma (que tem como conseqüência incontinência fecal, hemorróidas, fissura anal, edema penil e a síndrome de imunodeficiência adquirida AIDS).

    
enfermidade do intestino gay   


 

Sindrome do intestino gay, que também tem sido descrita como a doença do intestino gay, é um padrão clínico de doenças do cólon retal e que ocorrem com freqüência incomum em pacientes homossexuais.

Este é o caso da gonorréia retal associado com a
síndrome do intestino gay ). Por isso a prática do sexo anal não é recomendada tanto para Homens e nem para Mulheres, o ânus é para espelir regeitos alimentares (fezes) e não para ser usado por um pênis.


  
citomegalovirus


O citomegalovírus (CMV) pertence à família do herpesvírus, a mesma dos vírus da catapora, herpes simples, herpes genital e do herpes zoster. As manifestações clínicas da infecção pelo CMV variam de uma pessoa para outra e vão desde discreto mal-estar e febre baixa até doenças graves que comprometem o aparelho digestivo, sistema nervoso central e retina. O citomegalovírus nunca abandona o organismo da pessoa infectada. Permanece em estado latente e qualquer baixa na imunidade do hospedeiro pode reativar a infecção.

 

Edema penil  


"Minha pergunta principal é: por que a homossexualidade não é considerada uma desordem simplesmente por suas conseqüências médicas? Muito simplesmente, uma pessoa objetiva, que tão somente olhe as conseqüências de estilo de vida da homossexualidade, teria que classificá-la como algum tipo de patologia. Conduz ou não a uma vida dramaticamente recortada? Diversos estudos dizem que sim, como o estudo Cameron. Analisados em conjunto, esses estudos estabelecem que a homossexualidade é mais mortal que o tabaco, o alcoolismo ou o vício às drogas".

"Pelo que eu sei, não existe outro grupo de pessoas nos Estados Unidos que morra tanto de enfermidades infecciosas aos quarenta e tantos anos, que o dos que praticam a homossexualidade. Isto, para mim, é trágico quando sabemos que a homossexualidade pode ser prevenida em muitos casos, ou substancialmente sanada na idade adulta quando existe suficiente motivação e ajuda".

"Estou segura, à luz de minha experiência clínica, e como conseqüência de ter feito consideráveis estudos sobre isso desde esse momento, que a homossexualidade nem é normal nem benigna; mais ainda, é um vício letal de conduta, tal como sublinha o Dr. Jeffrey Satinover em seu livro ‘Homossexualidade e a Política da Verdade’," escreve Kathleen Melonakos.

"Pelo que eu sei, não existe outro grupo de pessoas nos Estados Unidos que morra tanto de enfermidades infecciosas aos quarenta e tantos anos, que o dos que praticam a homossexualidade. Isto, para mim, é trágico quando sabemos que a homossexualidade pode ser prevenida em muitos casos, ou substancialmente sanada na idade adulta quando existe suficiente motivação e ajuda".

Segundo a enfermeira, infelizmente "há um elemento de negação, no sentido psicológico, sobre o que as enfermidades relacionadas com o mundo homossexual realmente significam".


"Existem razões sem ambigüidade –adiciona a perita– para pensar que a homossexualidade em si produz deterioração generalizada na afetividade e funcionamento social. Se de fato é um vício letal, e os muitos estudos que documentam os padrões de conduta são corretos (mostram padrões compulsivos de promiscuidade, sexo anônimo, sexo por dinheiro, sexo em lugares públicos, sexo com menores, drogas concomitantes e abuso de drogas, depressão, suicídio), para que a APA diga que estas características não constituem uma ‘deterioração de afetividade ou funcionamento social’, estende os limites da plausibilidade. Dizer que a morte precoce não constitui uma ‘deterioração de efetividade ou funcionamento social’ é absurdo", diz a especialista.

"Se de fato é um vício letal, e os muitos estudos que documentam os padrões de conduta são corretos (mostram padrões compulsivos de promiscuidade, sexo anônimo, sexo por dinheiro, sexo em lugares públicos, sexo com menores, drogas concomitantes e abuso de drogas, depressão, suicídio), para que aAPA diga que estas características não constituem uma ‘deterioração de afetividade ou funcionamento social, estende os limites da plausibilidade. Dizer que a morte precoce não constitui uma ‘deterioração de efetividade ou funcionamento social’ é absurdo", diz a especialista.


Fonte 1
Fonte 2: Portal da Família


Bônus: 



Inserção de imagens e mescla de texto: Halmenara
Fonte: http://hereditarios.livreforum.com/t86-consequencias-medicas-da-homossexualidade